Pratos em cerâmica manual "Sgrafitto"

Desde: 8,50 

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Descrição

Os pratos “Sgrafitto” em cerâmica de grés, são inspirados nas cores, formas e símbolos de conceitos antagónicos da natureza e do ambiente urbano.
Estas peças foram pensadas para servir refeições, doces ou fruta, mas com a mesma facilidade se convertem num belo “limpa bolsos”, saboneteiras, ou peças de decoração.

Dimensões dos pratos
mini: Ø 11,5 cm
pequeno: Ø 14 cm
grande: Ø 20 cm

Preço unitário.
Material: Cerâmica de grés
Lavagem: Recomenda-se a lavagem manual destas peças

Todas as peças desta ceramista são feitas à mão, com formas orgânicas, o que resulta em detalhes únicos para cada uma das peças. As peças são polidas e pintadas à mão e o tipo de argila utilizado é o grés, cozido a altas temperaturas. O vidrado utilizado não contém chumbo, pelo que todas as peças são seguras para usar com alimentos, podendo ser usadas no micro-ondas, no forno e até na máquina de lavar a louça.
As matérias primas são locais e tudo o que sobra é reciclado e usado na criação de novas peças.

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Pratos em cerâmica

O adjetivo porcelânico, acrescentado ao substantivo grés e derivado do substantivo porcelana, é a melhor forma de definir e entender no que consiste este produto. Revendo a história do desenvolvimento tecnológico da porcelana na Europa, pode-se concluir que existiam vários tipos de porcelana, e ainda que se tratasse de uma denominação muito genérica, basicamente a porcelana mais generalizada era denominada ‘triaxial’, pois era realizada a partir de pastas de quartzo, feldspato e caulino. Consequentemente, e no sentido estrito grés porcelânico seria aquele que se formula com critérios de composição muito semelhantes aos da porcelana, i.e., misturas de areias de quartzo ou feldspáticas, feldspatos e argilas com um alto teor em caulino.

Sgraffito é uma técnica de decoração, produzida aplicando camadas de gesso matizadas em cores contrastantes, aplicado a um corpo cerâmico não cozido duas camadas sucessivas de deslizamento ou esmalte contrastante e, em ambos os casos, coçando de modo a revelar partes da camada subjacente. A técnica foi usada especialmente na Itália e na Boêmia no século 16 e desempenhou um papel importante durante décadas no Renascimento na Itália.

Quando deixamos a argila livre para possuir a forma que ela deseja o resultado final é surpreendente, assim é a coleção Sgraffito, pratos orgânicos que assimilam-se pela liberdade e diferenciam-se pela forma única de cada um deles.

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